Quatro meses sem escrever, estive vazia! Mas agora preciso voltar a transbordar e colocar em linhas e palavras o que o coração tem sentido e a mente pensado.
Que sabotagem não permitir que os dedos escrevam e desalinhem as ideias, descortinando o interior.
O íntimo se esconde por entre neurônios e veias, mas a qualquer momento, tenho fé, vai aflorar.
Me despeço aqui, entre medos e alegrias, dúvidas e certezas. Até mais.