terça-feira, 1 de maio de 2012

Ayrton Senna da Silva

Não sou de ter ídolos. Nem ao menos sou muitíssimo fã de esportes. Mas há ídolos que se instalam naturalmente em nossas vidas. Foi assim com Ayrton Senna.
As alegrias e tristezas dos domingos de Fórmula 1 faziam parte da minha vida. A torcida e a musiquinha da vitória quando alcançada. Madrugadas em claro quando a corrida era do outro lado do mundo.
As poucas palavras do ícone, falando de vitórias e derrotas, de Brasil, de nacionalismo, de sonhos, de igualdade, cativavam a todos. Coisas que vão tomando conta da nossa emoção, e sem querer você está ali, extasiada e vibrando novamente pela vitória.
Cada vitória do Senna era como uma alma lavada para os brasileiros sofredores.
Me lembro dele ganhando e perdendo em Interlagos. Eu entregava folhetos no dia da prova, e rezava para acabarem logo para que eu pudesse correr para a arquibancada da reta oposta e aguardar o show.
E há 18 anos atrás foi quase inacreditável ouvir Roberto Cabrini anunciar a morte cerebral de Ayrton Senna em Imola, e mais tarde, anunciar a morte oficial: "morreu Ayrton Senna da Silva, uma notícia que a gente nunca gostaria de dar, morreu Ayrton Senna da Silva". Luto nacional e tristeza em cada olhar.
Enfim, um sentimento desses é bom relembrar, assim como ter a certeza que Deus sabe o que faz. Senna cumpriu sua missão e deixou muito a aprender para muita gente. Legados do bem, lições de vida, e muitos momentos alegres para ficar na memória para sempre.
Ayrton, aonde estiver, minhas saudações e saudades. Obrigada!

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